TRAVESSIA PETRÓPOLIS X TERESÓPOLIS, A MAIS BONITA DO BRASIL?

“Criado em 1939, o PARNASO é o terceiro parque mais antigo do país... É um dos melhores locais do país para a prática de esportes de montanha, como escalada, caminhada, rapel e outros; além de ter fantásticas cachoeiras. O Parque tem a maior rede de trilhas do Brasil.”

Com aproximadamente 27 km de extensão, a travessia da Sede PETRÓPOLIS à Sede TERESÓPOLIS (carinhosamente chamada de PETRO x TERE) é considerada por muitos o trekking mais bonito do Brasil. Tradicionalmente, o percurso é realizado em 3 dias com um pernoite nos CASTELOS DO AÇÚ (abrigo Açú) e outro na PEDRA DO SINO (abrigo 4). O sentido de PETRÓPOLIS para TERESÓPOLIS é o mais recomendado, devido à maior facilidade e ao fato de que se vê a vista da SERRA DOS ÓRGÃOS de frente.


Ao longo do caminho é possível contemplar picos e formações rochosas famosos, como: CASTELOS DO AÇU, GARRAFÃO, DEDO DE DEUS, ESCALAVRADO, PEDRA DO SINO, entre outros. O que garante ao trekker paisagens de tirar o fôlego.

RELATO DE VIAGEM Desta vez, nossa viagem teve início no RIO DE JANEIRO. Passamos os últimos 3 dias que antecederam a travessia na capital carioca, e por lá o tempo estava muito ruim, fazia frio e o céu estava encoberto, o que nos deixou bastante apreensivos quanto ao clima que encontraríamos em PETRÓPOLIS. Como é sabido, um dos maiores desafios da PETRO x TERE é a navegação, especialmente quando há neblina. Sem falar que nestas condições, seria muito difícil apreciar a maravilhosa vista da SERRA DOS ÓRGÃOS. Nossas entradas já estavam compradas e as mochilas prontas, o jeito era torcer para o tempo estar aberto.  Saímos do RIO às 06h30, por volta das 08h30 chegamos à portaria do PARNASO. Deixamos nosso carro em um estacionamento particular localizado à 50m da entrada. Fomos muito bem recebidos pelos funcionários da HOPE (empresa que cuida do Parque), conferiram nossos termos e passaram algumas informações. Logo na entrada, existe bebedouro e também banheiro. Por volta das 09h00, iniciamos nossa caminhada.  1º DIA – PETRÓPOLIS X CASTELOS DO AÇU

Distancia: 8 km
Dificuldade:Moderado
Tempo: 05h20

Este trecho é considerado por muitos o mais cansativo, uma vez que saímos de 898m e chegamos à 2155m de altitude, um ganho de elevação considerável. A trilha começa fechada e bem demarcada. Após uma hora, chegamos à placa que sinaliza a trilha para a CACHOEIRA VÉU DA NOIVA e GRUTA DO PRESIDENTE. Optamos por não visitá-los, pois seria necessário abandonar o trajeto da travessia e fazer um ataque aos atrativos. Neste local, conhecemos o HAMILTON, funcionário do PARNASO, pessoa da melhor qualidade e grande conhecedor da região. Ele estava subindo para o os CASTELOS DO AÇU para assumir seu plantão de 7 dias consecutivos. Seguimos conversando e aprendendo.

  Mais 1 km e do lado esquerdo é possível avistar entre a vegetação a CACHOEIRA DO ALICATE. Segundo informações a trilha para alcançá-la está bem fechada atualmente.   Após poucos minutos, chegamos à famosa PEDRA DO QUEIJO, formação rochosa bem peculiar, que definitiva faz jus ao nome. Ali, fizemos uma parada para descanso e fotos, afinal, pedra é um belo mirante com vista para o VALE DO BONFIM. O HAMILTON fez a gentileza de nos instruir sobre diversos picos vistos dali. O sol estava castigando, aproveitamos para reforçar o protetor.

  De volta à trilha, continuamos subindo. Mais um pouco e chegamos ao AJAX, ponto para coleta de água. A partir dali começou um trecho de subida mais íngreme. Logo veio a ISABELOCA. O trecho recebe este nome porque a PRINCESA ISABEL teria passado por lá no lombo de uma mula. Mas há outra versão, alguns dizem que o nome seria por causa de uma escrava chamada ISABEL, que teria fugido por aqueles lados. E tem subido!

Em seguida, chegamos ao CHAPADÃO, trecho mais plano. Aqui encontramos vários totens que finalizam o trajeto para chegar aos CASTELOS DO AÇU. Mais 1 km e o avistamos. Já havia visto algumas fotos e também imagens do Google Earth, mas nenhuma delas faz jus à imponência dessas pedras. Ficamos maravilhados, passamos um bom tempo tirando fotos e curtindo o visual. A partir dali haviam alguns trechos de charco, exigindo uma boa análise do caminho.

 Nos CASTELOS, fomos novamente bem recebidos pelo pessoal do PARNASO. Como fomos uns dos primeiros a chegar, pudemos escolher o local de acampamento. Eles nos indicaram um pequeno platô mais afastado do ABRIGO, porém, em um ponto mais privativo e com uma vista espetacular. Sem dúvida não há local melhor. Neste platô ficou apenas a nossa barraca, e um pouco mais abaixo, outras duas e só. Montamos o acampamento, preparamos o almoço e curtimos a bela vista. Cabe ressaltar que o alojamento do ABRIGO está desativado, sendo a única opção dormir em barracas. Há no local banheiro, tanque para limpeza e coleta de água potável.

Sobre a navegação:não tivemos qualquer problema. O dia estava aberto, foi muito fácil encontrar as trilhas. O GPS serviu apenas como referência dos pontos de passagem.

2º DIA – CASTELOS DO AÇU X PEDRA DO SINO
Distancia: 8 km
Dificuldade: Difícil
Tempo: 06h30

Nossa noite foi bem agradável. Por volta das 06h00, acordarmos para curtir o magnifico nascer do sol atrás da SERRA DOS ÓRGÃOS. Valeu muito à pena, foi maravilhoso.

Tomamos café, desmontamos o acampamento, jogamos as mochilas nas costas e seguimos para este que seria provavelmente o dia mais bonito e desafiador. Pela frente estavam os temidos: ELEVADOR, MERGULHO e CAVALINHO. Na saída, por volta de 09h00, paramos no abrigo para nos despedir do HAMILTON e agradecer a todos do PARNASO pela acolhida.  A caminhada é quase toda por campos de altitude, vegetação de pequeno porte que só ocorre em raros lugares. Após 30 min, chegamos ao MORRO DO MARCO. Diferente do primeiro dia, neste subimos morros e descemos vales. De lá, já era possível admirar a SERRA DOS ÓRGÃOS, especialmente o DEDO DE DEUS e a PEDRA DO GARRAFÃO. Neste trecho ficamos bem expostos ao sol.

  Logo, chegamos ao VALE DA LUA e adentramos em um trecho de mata bem fechada e húmida, o contraste foi muito interessante. O ecossistema ali era completamente distinto daquele que havíamos acabado de atravessar. Existe um pequeno riacho onde é possível repor a água. Seguindo, subimos o cume do MORRO DA LUVA onde a vista é incrível. De longe, era possível avistar uma trilha bem íngreme, praticamente vertical, bem a nossa frente. Minutos depois, chegamos à CACHOEIRINHA, mais um local para repor a água. Não sei se é sempre assim, mas o volume de água estava muito baixo. Os totens estavam por todo lado, o que facilitou a navegação. Vale destacar que em dias chuvosos deve-se tomar muito cuidado, há vários trechos por pedras que tendem a ficar escorregadios.  A trilha íngreme era na verdade o trecho conhecido como ELEVADOR. Uma escada feita de vergalhões de aço fixos à rocha. Minha esposa tomou um susto rsrss, mas a progressão foi mais tranquila do que parecia inicialmente. Sem esta “escada”, o trecho seria uma escalada. A dica aqui é manter sempre 3 membros fixos, ou seja, movimentando apenas um por vez. Vários degraus estão bambos e alguns já não existem mais, o que exigia eventualmente um lance maior. Acho uma grande falha do PARNASO/HOPE. A omissão deles nos coloca em risco, valor cobrado é considerável, a manutenção deveria estar em dia.

Superado este desafio, atingimos o MORRO DO DINOSSAURO. Novamente, um trecho de pedra onde deve-se tomar muito cuidado em caso chuva, pois subimos e descemos de maneira agressiva. Já era possível avistar a PEDRA DO SINO, nosso objetivo do dia, ótimo local para fotos.

Com praticamente 5 km acumulados atingimos o VALE DAS ANTAS, mais um ponto de água. Na sequência, após uma subida forte chegamos ao DORSO DA BALEIA. A expectativa estava grande, pois a cada passo estávamos mais próximos do MERGULHO e do CAVALINHO. Passamos pela PEDRA INDIANA JONES, não demorou e chegamos a uma descida bem acentua em rocha, o MERGULHO. Para alguns, este ponto é mais perigoso do que o CAVALINHO. Certo é que ambos exigem bastante cuidado. Consegui superar o obstáculo, deixei a mochila na parte baixa e escalaminhei de volta com a corda e mosquetão para ajudar minha esposa. No local existem vários grampos, fixei a corda, desci a mochila dela e, ela que tem experiência em rapel, desceu com segurança a grota.  Logo após, iniciamos um trecho de subida bem íngreme dentro de uma caneleta que circula a PEDRA DO SINO e avistamos o temido CAVALINHO. Uma pedra retangular que fica atravessada sobre a canaleta, sendo necessário fazer um movimento similar ao de montar a cavalo para superá-la. Detalhe, do lado esquerdo existe uma grota extensa, a queda seria bem feia. Deixei a mochila ao chão e parti para a montaria. Superado o CAVALINHO, novamente com uso da corda e mosquetão (aqui também existe grampos) icei nossas mochilas e auxiliei minha esposa. Ufa… vencemos! Que nada, eu não sabia, mas a seguir haviam mais 2 trechos técnicos para serem superados. Porém, menos complexos que os anteriores.

A partir dali a trilha segue contornando a PEDRA DO SINO. Em um ponto notei riscado na pedra uma seta indicando a trilha de ataque ao cume, o que eu só pretendia fazer na manhã seguinte. Chegamos ao ABRIGO 4 e fomos recebidos cordialmente pelo LEO. Colocamos nosso nome na fila para o banho quente que havíamos contratado com antecedência por R$20 (apesar de caro, recomendo).  Montamos acampamento novamente na parte mais afastada do abrigo. Entretanto, desta vez, o tiro saiu pela culatra. O acesso via TERESÓPOLIS é bem mais fácil, então muitas pessoas sobem apenas para pernoitar na PEDRA DO SINO. O perfil destas é gritantemente diferente daqueles montanistas que encontramos na travessia, típicos farofeiros. Turmas de amigos sem preparo, alguns consumindo bebidas alcoólicas, com mais um agravante, carregando garrafas de vidro. Ambas as coisas proibidas no Parque, mas na REPÚBLICAS DAS BANANAS tudo pode, não é mesmo? Tivemos que passar todo o fim da tarde e até o início da madrugada em meio à bagunça deles. Para relaxar um pouco, confesso que já estava ficando irritado, fui curtir a LUA CHEIA a partir da PEDRA DA BALEIA. Esta é atingida por uma trilha que passa ao lado do abrigo e segue às suas costas, são apenas 600m de caminhada e vista é linda.

Sobre a sinalização: este foi o trecho mais complicado. Após o segundo morro, em um trecho sobre pedra, tivemos dificuldade para encontrar o início da trilha. Como estava com GPS e tracklog, varamos uns 10m de mato e a localizamos. Superado este trecho não tivemos mais problemas. Existem setas amarelas fixas ao chão, mas são insuficientes. Contudo, sempre que havia alguma dúvida, encontrávamos os totens balizando o trajeto. Lembrando que o dia estava aberto. Com certeza, em dias com neblina, a navegação ficaria restrita ao GPS.

3º DIA – PEDRA DO SINO X TERESÓPOLIS
Distancia: 8,5km (fim da trilha, + 3km portaria)
Dificuldade: Fácil
Tempo: 03h00

Após uma noite mal dormida, devido ao movimento na área de camping, acordei às 06h00 e fiz o ataque ao cume da PEDRA DO SINO para apreciar o nascer do sol. A trilha é curta e fácil. Mais uma vez foi sensacional. Os raios solares confrontando os picos é de uma beleza ímpar. Infelizmente, desta vez haviam muitas nuvens no céu, ficando o sol visível por apenas uma curta janela de tempo. Tirei minhas fotos e explorei um pouco o cume, de onde é possível avistar diversas cadeias de montanhas e a cidade do RIO DE JANEIRO.

  Na volta, tive o prazer de conhecer o escalador CRISTIANO MULLER. Executivo de uma multinacional, ele decidiu fazer uma pausa em sua carreira para realizar seu grande sonho: escalar o “TOPO DO MUNDO”, o MONTE EVEREST. Registro aqui os meus votos de sucesso, estaremos na torcida por mais uma bandeira do BRASIL no topo.

De volta ao camping, tomei café com minha esposa e desmontamos o acampamento. Sabíamos que este trecho seria bem tranquilo e realmente foi. A trilha é um verdadeiro zig-zag, o que torna a decida relativamente suave. A vegetação é bem diferente, o campo de altitude dá lugar à floresta nublada. Praticamente todo o percurso é abrigado do sol, em alguns momentos a trilha chega a ter mais de 2m de largura. Eventualmente era possível avistar a cidade de TERESÓPOLIS. O movimento de pessoa em direção à PEDRA DO SINO era intenso, novamente vimos vários grupos carregando bebidas alcoólicas em garrafas de vidro. Uma pena, os funcionários do Parque são poucos para conseguir coibir esses abusos.  Chegamos à barragem por volta das 12h00, menos de 3h de caminhada. Porém, dali ainda haviam mais 3 km por estrada de paralelepípedo até a portaria do parque. Após uns 600m de caminhada, um carro para ao lado e nos oferece carona. Tivemos que aceitar. Pessoas gentis, não é por acaso que eram mineiros de ITABIRITO rsrss.  Registramos nossa saída e partimos em busca da rodoviária para retornar a PETRÓPOLIS.   QUANDO IR A melhor época para fazer a travessia PETRO x TERE é do final de maio ao final de agosto. Apesar do tempo frio, chove pouco e há mais chances de pegar o céu aberto. COMO IR Viajamos em carro particular. Na sede PETRÓPOLIS do PARNASO, não existe estacionamento próprio. Entretanto, a 50m, existe um estacionamento particular onde deixamos nosso carro (R$10 a diária).  A logística de retorno foi bem trabalhosa e cansativa, mas ficou bem em conta. A partir da sede TERESÓPOLIS caminhamos aproximadamente 800m até a FEIRARTE (ou FEIRA DO ALTO) onde pegamos um coletivo para a RODOVIÁRIA. Praticamente todos os coletivos que passam ali param próximos dela. Chegando ao ponto, o motorista nos avisou e caminhamos por no máximo 400m até ao local. Após aguardar 01h30, pegamos um ônibus da VIAÇÃO TERESÓPOLIS para o TERMINAL ITAIPAVA. É a melhor opção, além de ser mais barato do que a viagem completa até PETRÓPOLIS, é mais perto e rápido. No terminal, pegamos outro coletivo, desta vez para o TERMINAL COREAS (LINHA 700), e de lá mais um para CONFINS (LINHA 611). O ponto fica a aproximadamente 600m do estacionamento. Concluímos a travessia por volta das 12h00 e só chegamos ao carro às 18h00, já escurecendo. Existe a possibilidade de contratar um motorista para levar o carro até TERESÓPOLIS. Porém, cobram R$150,00. Achei caro e ainda há o risco de entregar seu veículo a um desconhecido.  CUSTOS APROXIMADOS Combustível:R$240 (considerando DIVINÓPOLIS x PETRÓPOLIS)Pedágios: R$50 Retorno PETRÓPOLIS:R$20 (ônibus)Entradas, camping e banho quente: R$105Consulte aqui os valores cobrados para a travessia O QUE LEVAR (CHECK-LIST)

 DICAS

  • Apesar de não ser obrigatório, é recomendável o acompanhamento de um guia experiente. Especialmente se você não possuiu experiência em trekking e em navegação com GPS.
  • Leve uma corda de 10 metros e mosquetão para auxiliar no MERGULHO e no CAVALINHO.
  • Evite fazer a travessia em feriados. Apesar de haver limite de pessoas, você encontrará “congestionamentos” em trechos mais difíceis como o ELEVADOR e o CAVALINHO.
  • Devido ao limite diário de pessoas, compre seu ingresso antecipadamente.
  • Não deixe de apreciar o espetacular nascer do sol a partir dos CASTELOS DO AÇU e do cume da PEDRA DO SINO.
  • Em caso de forte nevoeiro, não tente seguir em frente, abrigue-se da melhor maneira possível e espere o tempo melhorar. Especialmente se não estiver utilizando um GPS.
  • Os locais permitidos para acampamento são o AÇU e a PEDRA DO SINO, não acampe em outro lugar.
  • Redobre os cuidados em caso de chuva. Trechos íngremes podem ficar muito perigosos e escorregadios.
  • Esteja preparado para o frio. No inverno é comum encontrar temperaturas negativas.
  • Sob hipótese alguma faça suas necessidades próximo aos pontos de coleta de água. Enterre as fezes junto com o papel higiênico. Uma boa sugestão é utilizar uma pequena pá de jardineiro. Jamais enterre ou abandone lenços umedecidos, que contêm material sintético cuja decomposição leva muitos anos.
  • Se for lavar panelas, raspe primeiro os restos de alimento e junte com seu lixo. Depois pegue água e lave os utensílios afastado do curso d´água.
  • Leve apenas o essencial em sua mochila, o peso extra pode ser a diferença entre o sucesso e volta para casa mais cedo.
  • No 2º dia, redobre a atenção quando descer o MORRO DO MARCO, a trilha fica à esquerda. Portanto, não se embrenhe no capim pela direita. Existem muitas trilhas falsas neste pedaço da travessia. Nós cometemos este erro.
  • Leve o ingresso impresso e o comprovante de pagamento para apresentar na portaria. Leve também o termo de responsabilidade já preenchido, assim você economizará tempo. Mantenha eles em sua mochila, poderão ser cobrados a qualquer momento.
  • Carregue pouca água, existem diversos ponto para reposição. Trate-a com CLOR-IN ou produto similar. A água é de boa qualidade, o problema é que você não sabe se alguém fez necessidades nas proximidades.
  • Existem muitos trechos de charco, é recomendado o uso de calçados impermeáveis, preferencialmente botas de trekking.

O PERCURSO Considerando que temos vasta experiência em esportes outdoor, optamos por usar o GPS com o TRACKLOG de outros aventureiros. Baixei vários e os analisei Google Earth. Sem dúvida todos atendem, pois, o trajeto coincide praticamente por toda a travessia. Escolhi dois, um compartilhado por VICTOR AUGUSTO e outro por A MONTANISTA.  Noite que A MONTANHISTA visitou a CACHOEIRA VÉU DA NOIVA no 1º dia e o VITOR fez um trecho diferente no 3º dia.

Então, o nosso TRACKLOG difere do deles nos trechos mencionados. Acredito que seja a opção mais recomendada. Clique na figura para baixa-lo.

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Bilheteria 08:00 às 17:00
Entrada no parque, visitação parte baixa de 08:00 às 17:00
Entrada no parque, visitação montanha de 06:00 as 22:00 (ingresso antecipado)
Telefones (Sede Petrópolis): (24) 2236-0258 / (24) 2236-0475

SITES CONSULTADOS
http://www.icmbio.gov.br/parnaserradosorgaos/
http://www.riocaminhadas.com.br/travessia/
http://www.clubedosaventureiros.com/
http://www.icmbio.gov.br/parnaserradosorgaos/guia-do-visitante.html
http://www.extremos.com.br/
http://www.trilhaape.com.br/
http://www.trilhaseaventuras.com.br/travessia-petropolis-teresopolis-rj/
http://www.seumochilao.com.br/travessia-petropolis-teresopolis-um-dos-mais-belos-trekkings-do-brasil/
http://www.mochileiros.com/travessia-petropolis-teresopolis-10-dicas-t57242.html
http://www.destinotrilha.com/2011/07/travessia-petropolis-teresopolis.html
http://www.amontanhista.com.br/expedicoes/travessia-petropolis-x-teresopolis-serra-dos-orgaos/

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